Enquadrando a paisagem

Madeira de eucalipto

Madeira de eucalipto

material

2003

ano

Luiz Hermano

Artista

conceito

Espécie de laboratório da paisagem, esta instalação, composta por estruturas de madeira retangulares e vazadas, semelhantes a traves, e por uma ponte que liga o chão à infinitude de um abismo, foi construída ao longo de uma oficina realizada no ano de 2003. Com o decorrer do tempo, a obra passou por modificações que apontam para a efemeridade da matéria. Se, no decorrer da oficina, materiais descartados – como pneus, garrafas de vidro e arame – foram preenchendo seus espaços, o artista ao longo dos anos foi realizando um processo de depuração, devolvendo ao trabalho a potencialidade para o novo que o vazio carrega. Despida de qualquer funcionalidade específica, a instalação foi se abrindo à criatividade e ao diálogo com outras formas de arte, já tendo sido “palco” para dezenas de performances e produções teatrais como a histórica encenação de “O Bailado do Deus Morto”, peça dirigida por José Celso Martinez Corrêa em 2004.

Espécie de laboratório da paisagem, esta instalação, composta por estruturas de madeira retangulares e vazadas, semelhantes a traves, e por uma ponte que liga o chão à infinitude de um abismo, foi construída ao longo de uma oficina realizada no ano de 2003. Com o decorrer do tempo, a obra passou por modificações que apontam para a efemeridade da matéria. Se, no decorrer da oficina, materiais descartados – como pneus, garrafas de vidro e arame – foram preenchendo seus espaços, o artista ao longo dos anos foi realizando um processo de depuração, devolvendo ao trabalho a potencialidade para o novo que o vazio carrega. Despida de qualquer funcionalidade específica, a instalação foi se abrindo à criatividade e ao diálogo com outras formas de arte, já tendo sido “palco” para dezenas de performances e produções teatrais como a histórica encenação de “O Bailado do Deus Morto”, peça dirigida por José Celso Martinez Corrêa em 2004.

Espécie de laboratório da paisagem, esta instalação, composta por estruturas de madeira retangulares e vazadas, semelhantes a traves, e por uma ponte que liga o chão à infinitude de um abismo, foi construída ao longo de uma oficina realizada no ano de 2003. Com o decorrer do tempo, a obra passou por modificações que apontam para a efemeridade da matéria. Se, no decorrer da oficina, materiais descartados – como pneus, garrafas de vidro e arame – foram preenchendo seus espaços, o artista ao longo dos anos foi realizando um processo de depuração, devolvendo ao trabalho a potencialidade para o novo que o vazio carrega. Despida de qualquer funcionalidade específica, a instalação foi se abrindo à criatividade e ao diálogo com outras formas de arte, já tendo sido “palco” para dezenas de performances e produções teatrais como a histórica encenação de “O Bailado do Deus Morto”, peça dirigida por José Celso Martinez Corrêa em 2004.

Sobre o artista

Processo

Luiz Hermano (Preaoca, CE, 1954) é um dos mais destacados artistas visuais contemporâneos do Brasil, cuja prática transita entre a escultura, o desenho, a gravura e a pintura. Autodidata e radicado em São Paulo desde os anos 70, sua obra é marcada pela construção de estruturas complexas e intrincadas, muitas vezes utilizando materiais industriais e cotidianos — como fios de cobre, alumínio, resinas e plásticos — para criar formas orgânicas e geométricas de grande leveza visual.

Venha conhecer

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Bragança Pta / SP

03:11:09

©2026

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