Tempo Hábil

Dormentes de madeira, fita carga, concreto, vidro e papel

Dormentes de madeira, fita carga, concreto, vidro e papel

material

2020

ano

Ana Paula Oliveira

Artista

conceito

Originalmente em uma sala de exposições, seis dormentes de madeira eram presos por cintas para amarrar carga de caminhão, que, tensionadas, sustentavam as peças, formando uma pirâmide suspensa. Uma das arestas estava apoiada da quina da parede da sala. Dessa junção, 5 mil dobraduras de papel na forma de cigarra saem invadindo o espaço. Depois de ficar exposta por alguns meses na Casa de Cultura do Parque, em São Paulo, a obra encontrou seu lugar definitivo em meio às árvores da Fazenda Serrinha, criando novas e poéticas relações com seu entorno, que não é mais uma sala expositiva, e sim a própria natureza.

Originalmente em uma sala de exposições, seis dormentes de madeira eram presos por cintas para amarrar carga de caminhão, que, tensionadas, sustentavam as peças, formando uma pirâmide suspensa. Uma das arestas estava apoiada da quina da parede da sala. Dessa junção, 5 mil dobraduras de papel na forma de cigarra saem invadindo o espaço. Depois de ficar exposta por alguns meses na Casa de Cultura do Parque, em São Paulo, a obra encontrou seu lugar definitivo em meio às árvores da Fazenda Serrinha, criando novas e poéticas relações com seu entorno, que não é mais uma sala expositiva, e sim a própria natureza.

Originalmente em uma sala de exposições, seis dormentes de madeira eram presos por cintas para amarrar carga de caminhão, que, tensionadas, sustentavam as peças, formando uma pirâmide suspensa. Uma das arestas estava apoiada da quina da parede da sala. Dessa junção, 5 mil dobraduras de papel na forma de cigarra saem invadindo o espaço. Depois de ficar exposta por alguns meses na Casa de Cultura do Parque, em São Paulo, a obra encontrou seu lugar definitivo em meio às árvores da Fazenda Serrinha, criando novas e poéticas relações com seu entorno, que não é mais uma sala expositiva, e sim a própria natureza.

Sobre o artista

Processo

Ana Paula Oliveira (Uberaba, 1969) é uma artista visual brasileira radicada em São Paulo, conhecida por suas esculturas e instalações que exploram a tensão entre materiais brutos e delicados. Seu trabalho frequentemente utiliza elementos da "matéria viva" para criar situações de equilíbrio precário e suspensão, sugerindo um desastre iminente. Explora relações de força, controle e tensão como agentes organizadores do espaço utilizando diversas linguagens e materiais, integrando referências do cinema, literatura e estruturas de narração em suas obras visuais. Cursou artes plásticas na Faculdade de Belas Artes de São Paulo e integrou a cooperativa de artistas Olho Seco no final da década de 90. A artista possui obras em importantes coleções institucionais, como a Pinacoteca de São Paulo, o MAM Rio, a Fundação Gulbenkian (Lisboa) e o MON Curitiba.

Venha conhecer

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Bragança Pta / SP

09:13:12

©2026

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