Mula sem cabeça

Estrutura de madeira, chapas de ferro galvanizado e impressão em lona

material

Bijari

Artista

2006

ano

conceito

Criada em 2006, a obra do coletivo Bijari integra uma série de intervenções urbanas de caráter crítico, que exploram suportes publicitários como o outdoor para tensionar discursos sociais. Ao apropriar-se dessa estrutura, tradicionalmente ligada ao consumo, o grupo subverte sua função e a transforma em espaço de reflexão. A escolha do fogo como elemento central evoca tanto destruição quanto transformação, articulando-se à figura da mula sem cabeça, personagem do imaginário folclórico brasileiro marcada pela punição e pela irracionalidade. Essa imagem simbólica opera como metáfora dos conflitos sociais e políticos do período, revelando tensões invisibilizadas no cotidiano. Inserida no espaço público, a obra rompe com a passividade do olhar e convoca o espectador a confrontar narrativas de poder, desejo e repressão, reafirmando a prática do Bijari como uma intersecção entre arte, ativismo e crítica contemporânea.

Criada em 2006, a obra do coletivo Bijari integra uma série de intervenções urbanas de caráter crítico, que exploram suportes publicitários como o outdoor para tensionar discursos sociais. Ao apropriar-se dessa estrutura, tradicionalmente ligada ao consumo, o grupo subverte sua função e a transforma em espaço de reflexão. A escolha do fogo como elemento central evoca tanto destruição quanto transformação, articulando-se à figura da mula sem cabeça, personagem do imaginário folclórico brasileiro marcada pela punição e pela irracionalidade. Essa imagem simbólica opera como metáfora dos conflitos sociais e políticos do período, revelando tensões invisibilizadas no cotidiano. Inserida no espaço público, a obra rompe com a passividade do olhar e convoca o espectador a confrontar narrativas de poder, desejo e repressão, reafirmando a prática do Bijari como uma intersecção entre arte, ativismo e crítica contemporânea.

Criada em 2006, a obra do coletivo Bijari integra uma série de intervenções urbanas de caráter crítico, que exploram suportes publicitários como o outdoor para tensionar discursos sociais. Ao apropriar-se dessa estrutura, tradicionalmente ligada ao consumo, o grupo subverte sua função e a transforma em espaço de reflexão. A escolha do fogo como elemento central evoca tanto destruição quanto transformação, articulando-se à figura da mula sem cabeça, personagem do imaginário folclórico brasileiro marcada pela punição e pela irracionalidade. Essa imagem simbólica opera como metáfora dos conflitos sociais e políticos do período, revelando tensões invisibilizadas no cotidiano. Inserida no espaço público, a obra rompe com a passividade do olhar e convoca o espectador a confrontar narrativas de poder, desejo e repressão, reafirmando a prática do Bijari como uma intersecção entre arte, ativismo e crítica contemporânea.

Sobre o ARTISTA

Processo

O Bijari é um núcleo de criação sediado em São Paulo que atua, desde 1997, na convergência entre artes visuais, design e tecnologia. Formado por um coletivo multidisciplinar de arquitetos, artistas e designers, o grupo é reconhecido por sua produção experimental de caráter crítico e engajado em questões sociopolíticas e urbanas. Com uma trajetória que une uma frente artístico-experimental a uma atuação comercial como estúdio de design, o Bijari desenvolve projetos em diversos suportes, incluindo video mapping, instalações imersivas, performances e intervenções urbanas. Entre suas obras emblemáticas estão o projeto "Carro Verde" e a instalação "Horizonte Utópico", que exploram novas percepções da cidade e a relação entre o real e o virtual. Ao longo de mais de duas décadas, o coletivo consolidou-se como uma voz ativa na investigação das dinâmicas do espaço público e dos fluxos da sociedade contemporânea.

Venha conhecer

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Bragança Pta / SP

12:18:04

©2026

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