Eu te Como

Ferro e Fogo

Ferro e Fogo

material

2013

ano

José Roberto Aguilar

Artista

conceito

Desde 2013, esta instalação composta por ferro e fogo se abre para uma performance, e a grande boca “Eu te Como” acende para o deslumbre dos presentes. Aguilar, um artista da geração dos tropicalistas, fez na Serrinha uma obra antropofágica com todo o sentido simbólico do comer, ser comido, digerir, experimentar e transmutar sua energia ao atravessar o grande portal de fogo.

Desde 2013, esta instalação composta por ferro e fogo se abre para uma performance, e a grande boca “Eu te Como” acende para o deslumbre dos presentes. Aguilar, um artista da geração dos tropicalistas, fez na Serrinha uma obra antropofágica com todo o sentido simbólico do comer, ser comido, digerir, experimentar e transmutar sua energia ao atravessar o grande portal de fogo.

Desde 2013, esta instalação composta por ferro e fogo se abre para uma performance, e a grande boca “Eu te Como” acende para o deslumbre dos presentes. Aguilar, um artista da geração dos tropicalistas, fez na Serrinha uma obra antropofágica com todo o sentido simbólico do comer, ser comido, digerir, experimentar e transmutar sua energia ao atravessar o grande portal de fogo.

Sobre o artista

Processo

José Roberto Aguilar (São Paulo, 1941) é um artista multimídia, pintor, escultor, músico e escritor, reconhecido como um dos pioneiros da videoarte e da performance no Brasil. Com uma trajetória iniciada nos anos 60, Aguilar foi uma figura central na renovação estética brasileira, integrando movimentos como a Nova Figuração e participando ativamente do cenário artístico durante a ditadura militar. Sua obra é marcada por um gesto expressivo e vibrante, onde a cor e o corpo ocupam papel central. Como músico, fundou a histórica Banda Performática nos anos 80, unindo artes visuais e rock em espetáculos vanguardistas. Com uma carreira de projeção global, representou o Brasil em diversas edições da Bienal Internacional de São Paulo e na Bienal de Veneza. Além da produção autoral, Aguilar dirigiu instituições como o Centro Cultural São Paulo (CCSP) e a Casa das Rosas. Sua prática investiga o sagrado, o profano e as energias arquetípicas, consolidando-o como um dos nomes mais viscerais e versáteis da arte contemporânea brasileira.

Venha conhecer

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Bragança Pta / SP

23:46:00

©2026

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